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Vains of Jenna: vídeo de “Mind Pollution”

Posted in Vains of Jenna on January 20, 2010 by attheodoro

Finalmente foi lançado o vídeo da música “Mind Pollution”, do Vains of Jenna:

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Os melhores de 2009

Posted in Babylon Bombs, Danger Danger, Dirty Penny, Hardcore Superstar, Innocent Rosie, Nasty Idols, S.E.X. Department, Sister, The Last Vegas, Vains of Jenna on January 3, 2010 by attheodoro

O ano de 2009 foi sem dúvida importante para o sleaze rock no mundo inteiro: muitas bandas lançaram seus primeiros materiais, outras voltaram, outras se firmaram. Aqui vai uma seleção pessoal dos dez melhores álbuns do ano. Foi uma decisão difícil e, claro, muitas bandas boas ficaram de fora. O ano que se inicia tem tudo para ser ainda melhor que este que passou, com lançamentos importantes logo nos primeiros meses. Agora, é só torcer e, por que não, contribuir para que o sleaze não pare de crescer.

 

 10. Sister – Deadboys Making Noise

 A banda sueca passou por algumas mudanças de formação, estilo e sonoridade no último  tempo e se deu bem. A primeira música, Too Bad For You, já mostra que essa mudança valeu a  pena: o som está mais sujo, mais original e, com certeza, melhor do que os trabalhos  anteriores da banda (que já eram bons). Esta faixa é também a minha preferida, o que não quer  dizer que as outras seis não sejam também ótimas. “Deadboys Making Noise” é um ótimo EP, de qualidade estável e que nos deixa otimistas sobre o futuro desta banda que ainda não lançou nem seu primeiro álbum.

 9. Dirty Penny – Young & Reckless

 Apesar da banda ser uma das mais conhecidas do estilo atualmente, nunca foi uma das minhas  favoritas. Eu nunca achei o “Take it Sleezy”, primeiro álbum dos suecos, muito bom. Sendo assim, eu  não esperava muito do “Young & Reckless”, mas o álbum me surpreendeu. O disco tem uma boa  progressão (fica melhor a cada música), mas o destaque vai para Dead at 16.

8. S.E.X. Department – Rock ‘n’ Roll Suicide

Apesar da imagem de policiais, estes italianos fazem um som em clima de festa, com refrões que grudam na cabeça como o de Wasted in Texas e Gypsy Nazi. Outra música destaque é L’Italiano que soa surpreendentemente bem em italiano. A banda representa bem a Itália neste estilo em que as bandas de sucesso são na maioria das vezes suecas.

 7. Danger Danger – Revolve

 “Revolve” não tem grandes hits como Naughty Naughty ou Bang Bang, ambas do álbum début  homônimo, mas ainda assim é um álbum autêntico da banda, bom de se ouvir, com musicas  cheias de energia e de sonoridade limpa. That’s What I’m Talking About é uma ótima escolha  para faixa de abertura e as que seguem também não deixam a desejar. É um álbum suave, mas  com energia o suficiente para fazer você querer aumentar o volume.

6. Nasty Idols – Boys Town

O álbum começa bem com a faixa Rock Out e fica cada vez melhor, com destaque absoluto para Methods to My Madness e Crashlanding. No entanto, não é só porque as melhores músicas estão na primeira metade do álbum que a segunda (ou até o álbum inteiro) pode ser considerada ruim. O álbum continua sendo de ótima qualidade até a última faixa.

5. Innocent Rosie – Bad Habit Romance

Eu ia começar a escrever sobre este álbum falando das músicas destaques, mas acabei fazendo uma lista de praticamente todas as faixas do álbum. Isso só prova o quanto o CD é bom: são quase cinqüenta minutos de puro rock n roll. Uma série de músicas fortes, feitas para serem ouvidas no volume máximo. Um dos álbuns que mais me agradou no ano.

4. Babylon Bombs – Babylon’s Burning

Todos já imaginavam que seria difícil superar o “Doin’ You Nasty”, o álbum mais bem sucedido desta banda que hoje é uma das maiores do estilo. De fato, “Babylon’s Burning”, na minha opinião, não o superou. Mesmo assim, o disco é bom e prova que a banda merece estar entre os grandes. O grupo está com uma sonoridade diferente, mais madura e complexa se comparada com a do último álbum, que era repleto, por exemplo, de riffs poderosos, mas relativamente simples. Alguns destaques são Nobody’s Home e Angel Eyes, que remetem ao som dos álbuns mais antigos, com guitarras blues. It’s Allright, outro destaque, é uma ótima balada, com um ótimo trabalho de backing vocal e um solo maravilhoso. O disco pode não ser o melhor da banda, mas é com certeza um dos melhores do ano.

3. The Last Vegas – Whatever Gets You Off

 Este álbum foi uma ótima surpresa para mim. O disco começa super bem com a faixa título, Whatever Gets You Off, que já mostra toda a força e energia da banda, do jeito que o rock tem que ser. Loose Lips tem uma ótima base blues e é seguida de Apologize, uma linda balada que lembra Aerosmith. O álbum continua até o fim com a mesma força, terminando a cem por hora com Outta My Mind.

 2. Hardcore Superstar – Beg for it

 Eu adoro esta banda, mas, para falar a verdade, não gostei muito do último trabalho  deles, “Dreaming in a Casket”. Quando ouvi o primeiro single deste novo álbum, a  própria música Beg for it, achei que com este seria a mesma coisa. Mas não foi.

 “Beg for it” segue a linha mais pesada adotada nos últimos álbuns e é bem parecido com  “Dreaming in a Casket”, mas com alguns elementos melódicos do álbum homônimo  (“Hardcore Superstar”), sem dúvida um dos melhores da banda.

 Hope for a normal life nos remete à fase mais calma da banda (os álbuns mais antigos) e tem um refrão lindo, mas músicas mais pesadas como Into Debauchery e Shades of Grey também merecem destaque. Take ‘em all out lembra um pouco Sophisticated Ladies (do álbum “Dreaming in a Casket”) e também é uma das melhores.

1. Vains of Jenna – The Art of Telling Lies

É incrível como essa banda amadureceu do primeiro CD para este, das letras às melodias. O som continua sendo aquela mistura de hard rock, punk e glam, mas um pouco mais ousado e eclético. “The Art of Telling Lies” é, de longe, o meu CD preferido do ano e, com isso, a banda ganhou um espaço na minha lista de melhores bandas, se não o topo. Eu passei semanas ouvindo sem parar e ainda não cansei.

Todas as músicas são ótimas, mesmo. Eu prefiro nem citar nomes porque todas elas são igualmente demais, mas talvez a melhor seja Mind Pollution. Perfeita. A música título (The Art of Telling Lies) é provavelmente a mais ousada, uma que seria inimaginável no primeiro CD da banda.

Se depender de mim, o Vains of Jenna tem muito, mas muito futuro.

Entrevista com: Nicki Kin – Vains of Jenna

Posted in Vains of Jenna on June 28, 2009 by attheodoro

O site glam-metal.com entrevistou recentemente (24/6) o guitarrista Nicki Kin, da banda sueca Vains of Jenna. A banda está prestes a lancar seu novo álbum, ainda sem nome definido. Ouça ao primeiro single, “Get it on”, aqui.

 

GM: Nicki, obrigado por conversar com o GlamMetal.com. O Vains of Jenna está se preparando para uma turnê na Costa Oeste. O que os fãs podem esperar da turnê? A banda tocará algum material novo?
NICKI: Sim, o set list está um pouco diferente agora. Tocamos 4 ou 5 músicas novas a cada show. Tocamos as velhas também, claro, então é legal poder misturar um pouco.

GM: Quanto tempo durará a turnê? Vocês vão tocar na Costa Leste este verão?
NICKI: Não temos nenhuma data confirmada ainda, por enquanto temos apenas alguns shows espalhados pela Califórnia e Arizona. Nosso novo álbum acabou se ficar pronto então focaremos  nele e depois, talvez, faremos algumas turnês maiores.

GM: Pelos últimos 8 meses, o VoJ tocou pela Europa. Como foi voltar para a Suécia e tocar no Sweden Rock Fest.
NICKI: Todos os shows na Europa foram muito bons, nos divertimos, mas o Sweden Rock foi foda. Foi um sonho que se tornou realidade!

GM: Agora a banda esteve em estúdio. O álbum está pronto? Quando vai ser lançado?
NICKI: Está pronto, não sabemos quando será lançado, mas esperamos que seja no outono [primavera no hemisfério sul]. Estou muito ansioso para mostrá-lo ao mundo. Na verdade, nosso primeiro single “Get it On” está no nosso MySpace e daqui há algumas semanas estará no iTunes.

GM: Qual será o título do CD?
NICKI: Temos alguns, não decidimos ainda qual será.

GM: Como você acha que o VoJ evoluiu desde o primeiro CD e isso influenciou o novo CD?
NICKI: Bom, acho que de tanto tocar ao vivo nós ficamos melhores e se você ouve música boa, é provável que melhore como compositor/músico. Você fica inspirado e boa música quer dizer John Lennon, Pink Floyd, Queen, entre outros.

GM: Você poderia dar aos fãs uma prévia das novas músicas? 

“Mind Pollution”- Compus essa bem rápido, acho que tudo surgiu em uns 30 minutos… É ótima de se tocar! 

“Everybody Loves You When You’re Dead” – Costumamos abrir nosso set com essa,agora. É apenas uma música foda de rock n’ roll!

“Yesterday” – Se chamará “I Belong To Yesterday” na verdade e eu a compus na minha cabeça enquanto andava por Melrose no verão passado.

GM: Você está ansioso por voltar aos Estados Unidos? Como descreveria a cena musical de Los Angeles hoje em dia?
NICKI: Acho que existem muitas bandas boas, mas não é fácil para ninguém hoje em dia conseguir ir a algum lugar e tal. A indústria esta meio ferrada.

GM: Alguma aventura que gostaria de compartilhar, desta turnê européia?
NICKI: Bom, muitas after parties no hotel.

GM: Como guitarrista, quais são suas influências?
NICKI: Meus guitarristas preferidos sempre foram Dave Gilmour, Slash, Keith, um monte de guitarrista velho de blues também. Mas eu ouço vários tipos de música como Beethoven ou qualquer coisa que me dê idéias.

GM: Nicki, obrigado pela entrevista e espero encontrá-los na Estrada este verão. Há algo mais que queira dizer aos fãs?
NICKI: Ouçam a nova música no MySpace e iTunes. Esperem pelo novo álbum! Muito obrigado!