Archive for the Mötley Crüe Category

Vince Neil no Brasil: ingressos à venda

Posted in Mötley Crüe, Vince Neil on December 18, 2009 by attheodoro

Os ingressos para o primeiro e único show de Vince Neil no Brasil, dia 27 de fevereiro no Carioca Club em São Paulo, já estão disponíveis no site da TicketBrasil. As vendas físicas começarão em janeiro.

O Carioca Club fica na Rua Cardeal Arco Verde, 2899, Pinheiros.

Os preços pelo site variam de R$62,19 (pista estudante) a 237,18 (camarote inteira).

Nikki Sixx : Mötley Crüe agora só em 2011

Posted in Mötley Crüe, Nikki Sixx, Sixx A.M. on December 13, 2009 by attheodoro

O baixista do Mötley Crüe, Nikki Sixx, que completou 51 anos ontem, atualizou seu MySpace:

“Boas festas, todo mundo

[…] Eu estive com as mãos mergulhadas em produtos químicos no meu estúdio de fotografia já que estou trabalhando com um fotógrafo maravilhoso chamado Luther Garlach. Ele vem me ensinando a magia do “wet plate”.

[…]

As novas músicas do Sixx A.M. estão vindo lentamente… É difícil falar da sua música sem parecer que você está fazendo propaganda. Acho melhor deixar que vocês ouçam. Vai ser algo completamente diferente, mas ainda familiar aos seus ouvidos. Mas, honestamente, mal posso esperar para que vocês ouçam!

A sala de música da Covenant House já está funcionando (alguns de vocês conhecem esse projeto como Running Wild In The Night). Com as vendas do The Heroin Diaries e suas contribuições, nós arrecadamos centenas e centenas de milhares de dólares e o dinheiro está realmente sendo usado para uma boa causa. Muito obrigado, especialmente nessa época do ano. As crianças me dizem o tempo todo quanta diferença esse projeto está fazendo na vida delas…

A Kelly Gray teve uma ótima idéia para envolver nossa linha de roupas (Royal Underground) nisso e a gente arrecadou bastante dinheiro e chamou atenção, também. Eu fico muito orgulhoso dessa linha. A gente fica cada vez mais forte e os looks ficam mais refinados. A Kelly é foda.

Sim, estou fazendo um programa de rádio (Sixx Sense) e vai ser foda. Eu me sinto em casa no rádio e tem umas coisas grandes que ainda vão acontecer. Mal posso esperar para que vocês ouçam (e vejam) isso.

Estou feliz por estar fora da estrada, em casa com meus filhos e Katherine. A gente tem alguns shows em alguns lugares, mas nada demais até 2011 e eu acho isso bom. O Mötley Crüe é como um zumbi que não morre, mas até monstros precisam descansar. 🙂

Obrigado pelos parabéns, eu amo todos vocês.

Até mais…

Nikki Sixx

PS: Vocês ouviram o novo álbum do MUSE? Eu e Katherine estamos viciados. Eles merecem ser uma das maiores bandas do mundo. A música é insana e há muito talento e coração naquela banda. Comprem o álbum deles. ”

Clique aqui para ler o texto original em inglês.

Entrevista com Lizzie Grey

Posted in London, Mötley Crüe, Slash on December 8, 2009 by attheodoro

Entrevista traduzida de: Full in Bloom Music

FIBM: Em que ano você fundou o Sister e como a banda se formou?

Lizzie: Eu não fundei o Sister. Blackie [Lawless] criou aquela banda anos antes de nos conhecermos. Eu só o convenci a revivê-la. Sempre fui um grande fã de Alice Cooper e o personagem que Blackie criou, comendo minhocas e fazendo um tipo de shock rock, atraía minha atenção. Eu tinha certeza de que havia um grande público para isso, nas ruas, querendo fazer parte também.

FIBM: Como conheceu Blackie Lawless?

Lizzie: No fim da minha adolescência, andando por Hollywood, no Starwood e no Rainbow, eu costumava vê-lo por lá. Não era difícil vê-lo, com aquele cabelo de Elvira enquanto o resto da cidade estava na máximo da onda glam, bilhando glitter. As garotas costumavam tirar sarro dele, mas eu ainda o achava cool e, de vez em quando, conversava com ele sobre rock ‘n’ roll. Foi mais ou menos em 1977 que começamos a formar o Sister.

FIBM: Como conheceu Nikki Sixx?

Lizzie: Blackie colocou um anúncio no Recycler por um baixista enquanto tentávamos formar o Sister e Frank Ferrana, recém chegado de Seattle, apareceu na casa do Blackie com a namorada Angie Saxon. Ela não calava a boca enquanto ele estava bem quieto durante todo o negócio. Ela ficava nos dizendo o que Frank queria e não queria fazer numa banda e nos tratava basicamente como se nós é que estivéssemos nos apresentando para ela! Blackie não gostou de nenhum dos dois, mas eu achei que Frank parecia o John Waite dos Babys e tinha potencial para se tornar uma estrela. Eu convenci Blackie a lhe dar uma chance. Logo, eu e Frank nos tornamos bons amigos.

FIBM: É um tanto engraçado como Blackie começou a expulsar membros de sua banda muito antes de expulsar todos os membros do WASP. Por quê ele mandou Nikki Sixx para fora da banda?

Lizzie: Nós fomos gravar uma demo e Blackie não ficou feliz com o resultado. Ele era meio mandão quando se tratava de gravar e achou que Frank não estava se adequando. Logo depois que ele o despediu, eu decidi que o problema era Blackie, não Frank. Passei na casa de Frank em Mansfield, onde ele morava com uma banda punk, os Vidiots, e perguntei se ele não queria formar uma banda bem glam e deixar Blackie no seu buraco. Nós decidimos pelo nome London e Frank mudou o seu para Nikki.

FIBM: O que Nikki levou de sua época no Sister para o Mötley Crüe?

Lizzie: Sabe, essa é a parte engraçada. Assim que Nikki começou a fazer barulho com o Mötley Crüe, ele jogou fora de repente toda aquela figura glam que o fez tão popular em Hollywood com o London, e vestiu a banda e o palco EXATAMENTE como nas fotos antigas do Sister. Caveiras, espinhos, pentagramas e muito fogo. Acho que Blackie realmente mexeu com Nikki quando o demitiu e esse foi o jeito de Nikki dar um cheque-mate nele.

FIBM: Como era o processo de composição com você, Blackie e Nikki?

Lizzie: Blackie escrevia suas próprias músicas e não aceitava influência externa. Eu e Nikki escrevemos algumas poucas coisas para colaborar, mas, na verdade, éramos que nem Blackie. Tinha muito ego rolando lá.

FIBM: Quem era o baterista do Sister?

Lizzie: Eu não consigo me lembrar do nome do baterista original que gravou a demo. A banda nunca tocou ao vivo.

FIBM: Você ainda tem as faixas que o Sister gravou? Onde gravaram a demo e essas músicas algum dia vão ser divulgadas?

Lizzie: Tenho certeza de que estão vagando pela terra do e-bay, mas eu não vi. Para falar a verdade, eu nem lembro quais músicas gravamos.

FIBM: Três lembranças de seus dias no Sister?

Lizzie: 1, beber vodka com coca toda noite no carro do Blackie. 2, ir ao Rainbow todas as noites. 3, trazer garotas do Rainbow para a casa do Blackie todas as noites… e uma vez, de ter quebrado um chicote dele na bunda de uma garota.

FIBM: Depois de Sister, você formou a primeira versão do London com Nikki. O que o fez deixar Blackie e formar outra banda?

Lizzie: Divergências musicais. Eu tinha uma forte influência do glam dos anos 70 e percebi que preferia compor e tocar melodias rápidas com um toque pop no estilo de The Sweet e Mott the Hoople a fazer parte de um espetáculo pseudo-Alice Cooper.

FIBM: Em que ano a London foi formada e por quanto tempo a versão original ficou junta?

Lizzie: Nikki e eu formamos a London no começo de 1978. A banda foi o centro do universo em Hollywood por pouco mais de um ano, até se despedaçar no fim de 1979 com a perda do vocalista Nigel Benjamin, que se juntou à banda após ser demitido do Mott the Hoople pós-Ian Hunter.

FIBM: A música “Public Enemy #1” foi escrita para a London. Na época, ela foi escrita por você e Nikki ou só por você? Quanto ela mudou ao ser lançada no “Too Fast for Love”?

Lizzie: Eu a escrevi, levei para a banda e se tornou a peça chave dos nossos shows. A versão que aparece em “Too Fast for Love” não é muito diferente da original, tirando os “Oh yeah” no refrão. Para ser honesto, eu fiquei meio mal quando a Leathur Records me deu só metade dos créditos da minha própria música. Eu não achei que a banda ou o álbum fariam muito sucesso, então não fiz nada. Quando descobri que a Elektra ia relançar o álbum, contatei imediatamente a gravadora e ameacei processá-la por direitos autorais. Logo depois, recebi uma ligação de Nikki, que me disse para aceitar as coisas como estavam ou ele tiraria a música do álbum. Eu decidi que minha situação financeira precisava mais daquilo que meu ego. O resto é história.

FIBM: O que você pensava sobre o Mötley Crüe daquela época? Houve algum momento em que percebeu que Nikki ia realmente deslanchar?

Lizzie: Quando os vi pela primeira vez, achei que estavam apenas continuando o glam de London com quatro membros e um baterista melhor. Quando começaram a ser levados a sério como heróis do heavy metal, eu estava mais do que surpreso com o efeito que eles tinham no público. Vai entender.

FIBM: Por favor, conte-nos alguma história envolvendo você, Nikki e as drogas.

Lizzie: Durante os anos de Starwood, bebíamos muita coca & rum e, quando tocávamos lá, “nevava” no backstage. Era os anos 70 e aquela era a droga do momento. Talvez minha melhor lembrança de Nikki com as drogas é dele vomitando regularmente atrás do amplificador enquanto estávamos no palco.

FIBM: A primeira versão do London gravou alguma coisa? Se sim, será lançado algum dia?

Lizzie: Quando Nigel Benjamin estava na banda, gravamos uma demo em Burbank. Três das músicas da demo, “Nobody Loves You Like I Do”, “Straight From the Heart” e “Dream Girl”, aparecem no álbum “London Daze” da Spiders & Snakes.

FIBM: 3 lembranças dos seus dias na versão original da banda.

Lizzie: 1, beber. 2, fazer festa. 3, transar.

FIBM: Como era trabalhar com Nikki Sixx?

Lizzie: 1, beber. 2, fazer festa.

FIBM: Como a vida de Nikki mudou quando ele estava na London ou, melhor, como era a percepção do público em relação a ele? 

Lizzie: Na London, eu e Nikki éramos como personagens de quadrinhos vivos, Heckel e Jeckel. Tínhamos muito mais em comum com os punks do que com heavy metal. A química no palco era elétrica, mas nem eu nem Nikki éramos heróis. Mesmo com o sucesso de Mötley Crüe, acho que as comparações entre ele e os baixistas “virtuosos” o incomodava. Eu nunca me importei com o que os elitistas diziam sobre as minhas habilidades. Se agrada aos fãs, está ótimo e você não é um roqueiro inferior por isso.

FIBM: Por quê Nikki deixou a banda?

Lizzie: Nós não conseguíamos encontrar um vocalista que pudesse ficar no lugar de Nigel. Ele era parte da química da London. Nós tínhamos melodias pops ótimas que simplesmente não funcionavam com um vocalista médio, não importa o quanto hairspray e maquiagem ele passasse.

FIBM: Quando Nikki saiu, Blackie mais uma vez se juntou a vocês. Por quê ele entrou e por quê a banda se separou depois?

Lizzie: Não há mistérios aí. Blackie estava cansado de ser um desconhecido, como qualquer um ficaria após anos e anos na cena underground. A London tinha um nome e Blackie queria fazer parte disso. Infelizmente, ele não conseguia seguir as melodias pops. Eu o disse que ele não servia para tocar pop, mas servia para um shock-rock à la Alice Cooper. Felizmente para ele, ele seguiu meu conselho e formou o WASP. Foi bom, porque ele era absolutamente horrendo na London.

FIBM: Quando Nikki e Blackie passaram a fazer sucesso, você notou alguma diferença neles? Quais?

Lizzie: Sim. Eles não queriam mais andar com ninguém que os fizesse lembrar da época em que não eram rock stars. Assim, Lizzie Grey era seu “inimigo número um” [“Public Enemy #1”], perdoem-me pelo trocadilho.

[…]

FIBM: Quando tempo Izzy Stradlin ficou na banda e por quê ele saiu?

Lizzie: Izzy não ficou o bastante para gravar o Nonstop Rock em 1986. Antes disso, ele e Nadir brigaram por alguma groupie e foi isso. Ele não ficou sem banda por muito tempo, no entanto, já que logo depois ele foi formar o Guns N’ Roses com Bill Bailey, Sol (que também tocou por pouco tempo no London), Duff e Steven Adler (que Brian West demitiu do London pouco antes de Izzy).

FIBM: Quanto tempo Slash ficou no London e como era trabalhar com ele? 

Lizzie: Como disse antes, Slash (eu o conhecia por Sol) ficou alguns meses apenas na London. Ele era alguém legal que amava o rock n’ roll. Eu toquei com ele algumas vezes em sua casa e achei seu estilo parecido com o de Joe Perry, do Aerosmith. Infelizmente, ele estava tendo problemas com seu equipamento na época e Nadir o mandou embora. Quanto à sua imagem de roqueiro louco, acho que é mais marketing do que qualquer outra coisa.

FIBM: Você alguma vez considerou Axl Rose para ser vocalista da London?

Lizzie: Sim. Como disse antes, eu queria que ele ficasse no lugar de John Ward, mas Izzy disse que era muito difícil trabalhar com ele. Quanta ironia.

[…]

FIBM: A versão de “Public Enemy #1” é a sua?

Lizzie: Sim.

[…]

FIBM: Você ainda mantém contato com Nikki e Blackie? Quando foi a última vez que falou com eles?

Lizzie: Eu encontrei Blackie há muitos anos quando a S&S abriu para o WASP, em Minneapolis. Foi um ótimo show com um público bem louco. Nós conversamos rapidamente, e ele me disse algo estranho. “Lizzie, é isso mesmo que você quer fazer da vida?”. Minha resposta foi “Sim, é por isso que estou aqui”.

FIBM: Você está surpreso com o sucesso da turnê atual do Mötley Crüe? Já perguntou ao Nikki por quê ele não ajuda a sua banda?

Lizzie: Eu não estou surpreso de que a nostalgia seja um fator importante na música hoje em dia. Não há tanta coisa nova lá fora. Quanto a Nikki, nos falamos por e-mail de vez em quanto. Ele ficou comovido com a minha aparição no Driven [programa do canal VH1] ano passado e me contatou. Eu estava só falando a verdade e fiquei um tanto emocionado quando as lembranças dos nossos últimos dias juntos na mesma banda vieram. A última vez que troquei e-mails com ele foi antes da turnê da qual você está falando. Ele não parece ter nenhum interesse em ajudar Lizzie Grey colocando a S&S para tocar com o Crüe. É como um verso de “Dream Girl”: “Todo mundo consegue, você só tem que tentar. Não precisa de nenhum estranho te dizendo por quê” [“Everybody makes it, you’ve only gotta try. You don’t need no stranger to tell you why”]. De fato.

Mötley Crüe: Greatest Hits já à venda

Posted in Mötley Crüe on November 17, 2009 by attheodoro

Está sendo lançado hoje a coletânia “Greatest Hits” do Mötley Crüe. O tracklist inclue verdadeiros hits que marcaram a carreira da banda, tornando o álbum uma ótima maneira de apresentar o “Crüe” a novos fãs.

01. Too Fast for Love
02. Shout at the Devil
03. Looks that Kill
04. Too Young to Fall in Love
05. Smokin’ in the Boys Room
06. Home Sweet Home
07. Wild Side
08. Girls, Girls, Girls
09. Dr. Feelgood
10. Kickstart My Heart
11. Same ‘Ol Situation
12. Don’t Go Away Mad (Just Go Away)
13. Without You
14. Primal Scream
15. Sick Love Song
16. Afraid
17. If I Die Tomorrow
18. Saints of Los Angeles
19. The Animal In Me (Remix)

A última faixa, a única inédita do álbum, está disponível no MySpace da banda. Para encomendar o álbum, clique aqui.

Download Festival: breve resenha

Posted in Backyard Babies, Black Stone Cherry, Buckcherry, Def Leppard, Hardcore Superstar, Journey, Mötley Crüe, Million Dollar Reload, Steel Panther, Tesla, Whitesnake on June 29, 2009 by attheodoro

O Download Festivala 2009 aconteceu em Donington, Reino Unido, entre os dias 12 e 14 de Junho. Segue abaixo a tradução de uma resenha feita pelo site Hairmetaland.

 

O glam novo e antigo teve bastante espaço na edição de 2009 do Download Festival.

Começou na sexta-feira com o Backyard Babies no Turbog stage. Como sempre, a banda sueca apresentou um ótimo set misturando músicas velhas e novas. Foi uma apresentação boa e o “Minus Celsius” obteve a já prevista boa reação do público.

Eles foram, sem dúvida, um bom aquecimento para o Mötley Crüe no segundo palco. Havia rumores de que o Crüe tocaria todo o “Dr. Feelgood” em todas as datas européias. Não foi o caso. Eles tocaram as bem conhecidas “Wildside”, “SOS”, “Shout at the Devil” e uma boa surpresa, “On With the Show”. Algumas novas como “Motherfucker of the year” e “Saints of Los Angeles” também estavam lá. O Crüe estava bem em forma e o público definitivamente se divertiu. A única coisa ruim foi que eles demoraram tanto para voltar ao encore com “Home Sweet Home” que muita gente, inclusive eu, pensou que o show estivesse acabado e foi embora para o palco principal ver o Faith No More.

Sábado parecia um pouco apagado para o glam, mas o Hardcore Superstar estava lá para compensar! A banda que perdeu o show no Download há dois anos porque o ônibus quebrou tocou este ano principalmente material novo. Eu não consigo me lembrar de ter visto alguma banda com tanta energia no palco. Músicas como “Bag on your head” e a última “We Don’t celebrate Sundays” foram fantásticas. Eu gostaria de ver esses caras com um set maior, acabou muito rápido.

Domingo teve Tesla. “Breaking Free” e “What you give” foram destaques. Não acho que um set de 30 minutos deveria incluir um solo de guitarra, mas isso não impediu os roqueiros de mandar bem durante as 12 músicas!

Após isso, o Million Dollar Reload subiu ao palco. O show começou bem com “Fire your guns”. Eu não conseguia acreditar na reação do público, que cantava em voz alta “Goodnight Tonight New York” e “Living in the City”. A energia e a presença de palco da banda mereciam um palco maior e espero que seja o caso ano que vem! Fantástico.

Depois fomos ver Black Stone Cherry. Eu queria muito ver os caras após ter visto um show muito fraco deles em Belfast ano passado. Desta vez, foi diferente, um ótimo desempenho dos caras. Foi legal ver tanta cabeça sendo balançada durante “Lonely Train” e, apesar de eu odiar ter que admitir isso, “Things my father said” me fez chorar.

Passamos no bar rapidamente antes de ver o Journey subir ao palco. O front man Arnel Pineda fez um trabalho fantástico sem deixar o clima esfriar hit após hit. Uma coisa ruim, eles só tocaram 8 músicas! Mas foram oito maravilhas, “Change for the Better” e “Wheel in the sky” foram boas e os destaques ficaram para o final. Foi fantástico ouvir todo mundo cantando junto “Don’t stop believing” e “Anyway you want it”. Um encore teria sido legal, mas acho que eles não tinham tempo. Depois desse show, eu mal posso esperar para vê-los de novo.

Fomos para o palco Turbog ver o Steel Panther. Infelizmente, nós subestimamos o poder do hard rock oitentista deles, assim como a direção. Não conseguimos chegar perto o bastante para ver o show. Derrotados, decidimos ir para o segundo palco ver…

Buckcherry. Os caras pareciam entusiasmados com as novas músicas do “Black Butterfly”. Pessoalmente, eu gostaria de poder ouvir mais músicas do primeiro CD, mas pela reação do público, todos estavam amando. A coisa perdeu fôlego durante “Sorry”, mas depois eles voltaram com tudo até o fim do set com “Crazy Bitch”.

O quê dizer sobre o Whitesnake? Foi a terceira vez que vi Coverdale e companhia nos últimos anos e as coisas não mudaram muito. O set, o palco e até a camiseta do Coverdale eram os mesmos. A única coisa que mudou foi o line-up. Clássicos como “In the still of the night” e “Here I Go again” foram recebidos com a alegria familiar do público. Tenho que admitir que a versão lenta acústica da minha música preferida deles, “The deeper the love”, está me cansando. Para uma banda com tanto material fantástico, acho que eles podiam misturar um pouco mais.

A última banda do fim de semana foi Def Leppard. Tudo começou como previsto. Um público bem variado cantando hinos como “Rocket”, “Photograph” e “Animal”, baladas como “Two steps behind” e “Love Bites” e a nova “C’mon C’mon”. Não havia lugar para tédio naquele show até o fim, fechando o festival com a previsível, mas inevitável “Let’s get rocked”.

 

Para assistir a trechos dos shows do festival, acesse o site oficial. É possível assistir a algumas músicas do Def Leppard, Journey, entre outros.