Archive for the Hardcore Superstar Category

Os melhores de 2009

Posted in Babylon Bombs, Danger Danger, Dirty Penny, Hardcore Superstar, Innocent Rosie, Nasty Idols, S.E.X. Department, Sister, The Last Vegas, Vains of Jenna on January 3, 2010 by attheodoro

O ano de 2009 foi sem dúvida importante para o sleaze rock no mundo inteiro: muitas bandas lançaram seus primeiros materiais, outras voltaram, outras se firmaram. Aqui vai uma seleção pessoal dos dez melhores álbuns do ano. Foi uma decisão difícil e, claro, muitas bandas boas ficaram de fora. O ano que se inicia tem tudo para ser ainda melhor que este que passou, com lançamentos importantes logo nos primeiros meses. Agora, é só torcer e, por que não, contribuir para que o sleaze não pare de crescer.

 

 10. Sister – Deadboys Making Noise

 A banda sueca passou por algumas mudanças de formação, estilo e sonoridade no último  tempo e se deu bem. A primeira música, Too Bad For You, já mostra que essa mudança valeu a  pena: o som está mais sujo, mais original e, com certeza, melhor do que os trabalhos  anteriores da banda (que já eram bons). Esta faixa é também a minha preferida, o que não quer  dizer que as outras seis não sejam também ótimas. “Deadboys Making Noise” é um ótimo EP, de qualidade estável e que nos deixa otimistas sobre o futuro desta banda que ainda não lançou nem seu primeiro álbum.

 9. Dirty Penny – Young & Reckless

 Apesar da banda ser uma das mais conhecidas do estilo atualmente, nunca foi uma das minhas  favoritas. Eu nunca achei o “Take it Sleezy”, primeiro álbum dos suecos, muito bom. Sendo assim, eu  não esperava muito do “Young & Reckless”, mas o álbum me surpreendeu. O disco tem uma boa  progressão (fica melhor a cada música), mas o destaque vai para Dead at 16.

8. S.E.X. Department – Rock ‘n’ Roll Suicide

Apesar da imagem de policiais, estes italianos fazem um som em clima de festa, com refrões que grudam na cabeça como o de Wasted in Texas e Gypsy Nazi. Outra música destaque é L’Italiano que soa surpreendentemente bem em italiano. A banda representa bem a Itália neste estilo em que as bandas de sucesso são na maioria das vezes suecas.

 7. Danger Danger – Revolve

 “Revolve” não tem grandes hits como Naughty Naughty ou Bang Bang, ambas do álbum début  homônimo, mas ainda assim é um álbum autêntico da banda, bom de se ouvir, com musicas  cheias de energia e de sonoridade limpa. That’s What I’m Talking About é uma ótima escolha  para faixa de abertura e as que seguem também não deixam a desejar. É um álbum suave, mas  com energia o suficiente para fazer você querer aumentar o volume.

6. Nasty Idols – Boys Town

O álbum começa bem com a faixa Rock Out e fica cada vez melhor, com destaque absoluto para Methods to My Madness e Crashlanding. No entanto, não é só porque as melhores músicas estão na primeira metade do álbum que a segunda (ou até o álbum inteiro) pode ser considerada ruim. O álbum continua sendo de ótima qualidade até a última faixa.

5. Innocent Rosie – Bad Habit Romance

Eu ia começar a escrever sobre este álbum falando das músicas destaques, mas acabei fazendo uma lista de praticamente todas as faixas do álbum. Isso só prova o quanto o CD é bom: são quase cinqüenta minutos de puro rock n roll. Uma série de músicas fortes, feitas para serem ouvidas no volume máximo. Um dos álbuns que mais me agradou no ano.

4. Babylon Bombs – Babylon’s Burning

Todos já imaginavam que seria difícil superar o “Doin’ You Nasty”, o álbum mais bem sucedido desta banda que hoje é uma das maiores do estilo. De fato, “Babylon’s Burning”, na minha opinião, não o superou. Mesmo assim, o disco é bom e prova que a banda merece estar entre os grandes. O grupo está com uma sonoridade diferente, mais madura e complexa se comparada com a do último álbum, que era repleto, por exemplo, de riffs poderosos, mas relativamente simples. Alguns destaques são Nobody’s Home e Angel Eyes, que remetem ao som dos álbuns mais antigos, com guitarras blues. It’s Allright, outro destaque, é uma ótima balada, com um ótimo trabalho de backing vocal e um solo maravilhoso. O disco pode não ser o melhor da banda, mas é com certeza um dos melhores do ano.

3. The Last Vegas – Whatever Gets You Off

 Este álbum foi uma ótima surpresa para mim. O disco começa super bem com a faixa título, Whatever Gets You Off, que já mostra toda a força e energia da banda, do jeito que o rock tem que ser. Loose Lips tem uma ótima base blues e é seguida de Apologize, uma linda balada que lembra Aerosmith. O álbum continua até o fim com a mesma força, terminando a cem por hora com Outta My Mind.

 2. Hardcore Superstar – Beg for it

 Eu adoro esta banda, mas, para falar a verdade, não gostei muito do último trabalho  deles, “Dreaming in a Casket”. Quando ouvi o primeiro single deste novo álbum, a  própria música Beg for it, achei que com este seria a mesma coisa. Mas não foi.

 “Beg for it” segue a linha mais pesada adotada nos últimos álbuns e é bem parecido com  “Dreaming in a Casket”, mas com alguns elementos melódicos do álbum homônimo  (“Hardcore Superstar”), sem dúvida um dos melhores da banda.

 Hope for a normal life nos remete à fase mais calma da banda (os álbuns mais antigos) e tem um refrão lindo, mas músicas mais pesadas como Into Debauchery e Shades of Grey também merecem destaque. Take ‘em all out lembra um pouco Sophisticated Ladies (do álbum “Dreaming in a Casket”) e também é uma das melhores.

1. Vains of Jenna – The Art of Telling Lies

É incrível como essa banda amadureceu do primeiro CD para este, das letras às melodias. O som continua sendo aquela mistura de hard rock, punk e glam, mas um pouco mais ousado e eclético. “The Art of Telling Lies” é, de longe, o meu CD preferido do ano e, com isso, a banda ganhou um espaço na minha lista de melhores bandas, se não o topo. Eu passei semanas ouvindo sem parar e ainda não cansei.

Todas as músicas são ótimas, mesmo. Eu prefiro nem citar nomes porque todas elas são igualmente demais, mas talvez a melhor seja Mind Pollution. Perfeita. A música título (The Art of Telling Lies) é provavelmente a mais ousada, uma que seria inimaginável no primeiro CD da banda.

Se depender de mim, o Vains of Jenna tem muito, mas muito futuro.

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Hardcore Superstar: ingressos à venda

Posted in Hardcore Superstar, Pink Dolls on July 19, 2009 by attheodoro

Os ingressos para o show do Hardcore Superstar em São Paulo, único no Brasil, já estão à venda. O show será dia 21 de novembro, no Manifesto Bar, e terá como banda de abertura a Pink Dolls.

Mais detalhes:

Local: Manifesto Bar – Rua Iguatemi, 36 (Itaim Bibi) – São Paulo
Telefone: (11) 3168-9595
Abertura da casa: 22h
Pontos de venda: Manifesto bar (à partir das 22h, nos dias de funcionamento da casa)
                                    Animal Records na Galeria do Rock (3223-6277)
                                    Rockland T-Shirts na Galeria (3362-2606)
                                    site:  www. ticketbrasil.com.br 

Preços
pista: R$ 79,99
camarote: R$ 87,00
 taxa de conveniência pelo site: R$ 12,99

Download Festival: breve resenha

Posted in Backyard Babies, Black Stone Cherry, Buckcherry, Def Leppard, Hardcore Superstar, Journey, Mötley Crüe, Million Dollar Reload, Steel Panther, Tesla, Whitesnake on June 29, 2009 by attheodoro

O Download Festivala 2009 aconteceu em Donington, Reino Unido, entre os dias 12 e 14 de Junho. Segue abaixo a tradução de uma resenha feita pelo site Hairmetaland.

 

O glam novo e antigo teve bastante espaço na edição de 2009 do Download Festival.

Começou na sexta-feira com o Backyard Babies no Turbog stage. Como sempre, a banda sueca apresentou um ótimo set misturando músicas velhas e novas. Foi uma apresentação boa e o “Minus Celsius” obteve a já prevista boa reação do público.

Eles foram, sem dúvida, um bom aquecimento para o Mötley Crüe no segundo palco. Havia rumores de que o Crüe tocaria todo o “Dr. Feelgood” em todas as datas européias. Não foi o caso. Eles tocaram as bem conhecidas “Wildside”, “SOS”, “Shout at the Devil” e uma boa surpresa, “On With the Show”. Algumas novas como “Motherfucker of the year” e “Saints of Los Angeles” também estavam lá. O Crüe estava bem em forma e o público definitivamente se divertiu. A única coisa ruim foi que eles demoraram tanto para voltar ao encore com “Home Sweet Home” que muita gente, inclusive eu, pensou que o show estivesse acabado e foi embora para o palco principal ver o Faith No More.

Sábado parecia um pouco apagado para o glam, mas o Hardcore Superstar estava lá para compensar! A banda que perdeu o show no Download há dois anos porque o ônibus quebrou tocou este ano principalmente material novo. Eu não consigo me lembrar de ter visto alguma banda com tanta energia no palco. Músicas como “Bag on your head” e a última “We Don’t celebrate Sundays” foram fantásticas. Eu gostaria de ver esses caras com um set maior, acabou muito rápido.

Domingo teve Tesla. “Breaking Free” e “What you give” foram destaques. Não acho que um set de 30 minutos deveria incluir um solo de guitarra, mas isso não impediu os roqueiros de mandar bem durante as 12 músicas!

Após isso, o Million Dollar Reload subiu ao palco. O show começou bem com “Fire your guns”. Eu não conseguia acreditar na reação do público, que cantava em voz alta “Goodnight Tonight New York” e “Living in the City”. A energia e a presença de palco da banda mereciam um palco maior e espero que seja o caso ano que vem! Fantástico.

Depois fomos ver Black Stone Cherry. Eu queria muito ver os caras após ter visto um show muito fraco deles em Belfast ano passado. Desta vez, foi diferente, um ótimo desempenho dos caras. Foi legal ver tanta cabeça sendo balançada durante “Lonely Train” e, apesar de eu odiar ter que admitir isso, “Things my father said” me fez chorar.

Passamos no bar rapidamente antes de ver o Journey subir ao palco. O front man Arnel Pineda fez um trabalho fantástico sem deixar o clima esfriar hit após hit. Uma coisa ruim, eles só tocaram 8 músicas! Mas foram oito maravilhas, “Change for the Better” e “Wheel in the sky” foram boas e os destaques ficaram para o final. Foi fantástico ouvir todo mundo cantando junto “Don’t stop believing” e “Anyway you want it”. Um encore teria sido legal, mas acho que eles não tinham tempo. Depois desse show, eu mal posso esperar para vê-los de novo.

Fomos para o palco Turbog ver o Steel Panther. Infelizmente, nós subestimamos o poder do hard rock oitentista deles, assim como a direção. Não conseguimos chegar perto o bastante para ver o show. Derrotados, decidimos ir para o segundo palco ver…

Buckcherry. Os caras pareciam entusiasmados com as novas músicas do “Black Butterfly”. Pessoalmente, eu gostaria de poder ouvir mais músicas do primeiro CD, mas pela reação do público, todos estavam amando. A coisa perdeu fôlego durante “Sorry”, mas depois eles voltaram com tudo até o fim do set com “Crazy Bitch”.

O quê dizer sobre o Whitesnake? Foi a terceira vez que vi Coverdale e companhia nos últimos anos e as coisas não mudaram muito. O set, o palco e até a camiseta do Coverdale eram os mesmos. A única coisa que mudou foi o line-up. Clássicos como “In the still of the night” e “Here I Go again” foram recebidos com a alegria familiar do público. Tenho que admitir que a versão lenta acústica da minha música preferida deles, “The deeper the love”, está me cansando. Para uma banda com tanto material fantástico, acho que eles podiam misturar um pouco mais.

A última banda do fim de semana foi Def Leppard. Tudo começou como previsto. Um público bem variado cantando hinos como “Rocket”, “Photograph” e “Animal”, baladas como “Two steps behind” e “Love Bites” e a nova “C’mon C’mon”. Não havia lugar para tédio naquele show até o fim, fechando o festival com a previsível, mas inevitável “Let’s get rocked”.

 

Para assistir a trechos dos shows do festival, acesse o site oficial. É possível assistir a algumas músicas do Def Leppard, Journey, entre outros.

Hardcore Superstar no Brasil

Posted in Hardcore Superstar on June 28, 2009 by attheodoro

Foi confirmado no MySpace da banda que o Hardcore Superstar passará pelo Brasil na turnê de seu último álbum, “Beg for It”, recentemente lançado. A apresentação única será em São Paulo, no Manifesto Bar, dia 21 de novembro de 2009.