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Entrevista com: Billy Childs – Britny Fox

Posted in Britny Fox on June 14, 2009 by attheodoro

O site Electric Pussycat entrevistou recentemente o baixista da banda americana Britny Fox. A entrevista foi concluída no dia 5 de junho. Para mais informações sobre a banda: MySpace.

 

Electric Pussycat:  Ouvi dizer que Britny Fox está trabalhando num novo álbum. Quando espera lançá-lo?

Billy Childs:  Bem, não estamos realmente “trabalhando em um álbum” agora, mas estamos compondo e analisando algumas ofertas diferentes. Nós fazemos tocamos bastante e esta ainda é nossa prioridade. Gravamos duas músicas em Nova York, mas já que o verão está aqui, a turnê é definitivamente nossa prioridade. Lançar algo no fim de 2009 seria uma boa, no entanto, mas pode ser que demore mais dependendo do nosso calendário.  

EP:  Pode contar aos nossos leitores algo sobre o quê eles ouvirão no novo álbum? 

BC:  Quanto ao estilo, vai ser algo na direção do “Bite Down Hard”, atualizado, claro. Muita gente acha que este foi nosso maior sucesso, eu inclusive. Um bom rock, cheio de riffs, direto.

EP:  Eu sei que vocês estão em turnê e desejo muito sucesso. Onde tocarão?

BC:  Acabamos de tocar pelos Estados Unidos, de Las Vegas a Nova York, e agora estamos querendo fazer a mesma coisa, mas ao contrário. Começaríamos em West Virginia e iríamos até Los Angeles, com algumas coisas tipo Rocklahoma incluídas. Também estamos discutindo sobre tocar na Europa depois. Como pode ver, não estamos com muito tempo para fazer o álbum que gostaríamos de fazer, mas não queremos apressar nada. Não há razão para isso, acho.

EP:  Há mais planos para o Britny Fox tocar em algum grande festival de verão este ano, tipo Rocklahoma ou Rock Gone Wild, etc?

BC:  Vamos estar no Rocklahoma, mas não tenho certeza quanto ao RGW. Há outras coisas, uma no estado de Nova York, mas se for muito fora do caminho vai ficar difícil. Nós não planejamos realmente fazer um tour desses festivais como as bandas maiores fazem, mas é como eu disse, se couber na agenda está ótimo.

EP:  Fale dois ou três de seus melhores momentos com o Britny Fox.

BC:  Assinar nosso primeiro contrato com a Columbia foi um. Um momento estranho foi num show em 1992, na Filadélfia, Tommy estava sem voz, mas o local estava lotado e todo mundo cantava com ele. Isso me deixou contente, quase como se eles estivessem nos agradecendo ou algo assim. Foi bem legal, como pode imaginar. Além disso, ver “Long Way To Love” como número 1 na MTV foi ótimo. NUNCA poderia imaginar! Acho que ninguém imaginava, na verdade.

EP:  E os dois ou três piores momentos?

BC:  Dean saindo da banda quando estávamos no topo foi um saco, e ver tudo acabar quando o grunge chegou em 92. Mesmo que eu goste da música dos anos 90, não foi muito bom pra minha carreira, como pode imaginar.

EP:  Você consegue perceber, em turnê, a volta do interesse pelos anos 80, o glam, o sleaze? Fãs mais jovens?

BC:  Mais na Europa do que aqui. Muito mais, na verdade. São dois mundos diferentes. Mas também há um pouco aqui, mas não muito.

EP:  Do mundo todo, quais são os lugares onde mais gosta de tocar?

BC:  Eu gosto de qualquer lugar, só preciso que as pessoas gostem do show. Não importa onde, hotéis e casas de show são iguais no mundo todo. Pode ser Kansas ou Tóquio, eu gosto.

EP: Dentre as bandas com as quais vocês estiveram em turnê, quais foram as mais legais? 

BC:  Poison foi ótimo, Bon Jovi no Japão também, gente fina. Alice Cooper na Europa foi muito bom pra gente. Os caras do Ratt eram bem legais. Essas foram todas turnês em locais grandes e esses caras estavam fazendo muito sucesso, então todos nos divertimos.

EP:  E os caras mais idiotas?

BC:  Não vou citar nomes, mas se eles lerem aqui, vão saber que são eles. Basicamente, os caras mais irritantes são os que chegaram tarde demais ou que eram simplesmente uma droga. Nunca fizeram sucesso, mas agem como se fossem Bon Jovi ou algo assim. Esse tipo de gente ainda anda por Los Angeles. Sabe, quando a banda era grande, receber discos de ouro ou platina era algo esperado, era assim. Os caras dos quais estão falando venderam algo como 25-50 mil álbuns e agiam como se tivessem escrito o “Physical Graffiti”. Vai entender… Tem muita gente assim e o mais engraçado é que eles é que têm mais atitude. Eu, pessoalmente, não gosto de gente assim porque eles criam uma reputação ruim para nós outros (os caras legais).

EP: Quando recebeu seu maior cheque como membro do Brtny Fox, qual foi a coisa mais louca que fez com o dinheiro?

BC: Provavelmente foi comprando uma maconha da boa, e algumas viagens.

EP:  Para terminar, eu sempre gosto de perguntar: há alguma outra coisa que queira dizer?

BC:  Obrigado pelo apoio nesses anos todos, vocês não imaginam o que isto significa para mim, e para outras pessoas como eu. Cassete, os fãs me deram uma vida, não tenho como agradecê-los. Como sempre, fiquem à vontade para falar comigo pelo MySpace ou pelo meu e-mail billychildsbritnyfox@yahoo.com. Qualquer pergunta, vou responder do melhor jeito que puder.

Ah, também estou em um filme da Troma Films, “Incest Death Squad”. É bom! Acho que estréia em outubro. Meu papel é pequeno, mas que se dane, eu não sou ator! Obrigado todo mundo.

 

traduzida de: Electric Pussycat

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