Entrevista exclusiva com: The Wildflowers

Posted in The Wildflowers on April 17, 2010 by attheodoro

A seguir, os trigêmeos suecos, Izzy, Kelli e Rock, da banda The Wildflowers comentam as inúmeras mudanças pela qual a banda está passando, o estado da cena musical e prometem grandes notícias para um futuro não muito distante.

Rökk on: Uma das primeiras coisas que as pessoas notam em vocês é o visual. Como vocês fazem para consegui-lo? Por exemplo, vocês criam suas próprias roupas ou têm algum lugar especial para fazer compras?

The Wildflowers: Onde quer que a gente esteja no mundo, a gente fica inspirado pela cultura e pela moda e nós não temos nenhum limite quanto ao que vestimos, contando que seja cool. Às vezes vamos a lojas vintage, às vezes a lojas caras, depende de como anda a carteira no momento, haha. Mas Tóquio é, até agora, nosso lugar favorito para fazer compras.

Rökk on: Eu vi que vocês estão vendendo camisetas pintadas à mão, com o novo logo. São muito legais, quem desenha?

The Wildflowers: Sim, nós, os trigêmeos, fazemos as camisetas e pintamos como se fosse pintura em lona, totalmente à mão com muito amor e um pouco de tempo, é por isso que custa mais caro que as outras. Cada vez que vendemos camisetas, nós fazemos edições limitadas, assim quem tem uma se sente único.

Rökk on: Parece que as coisas estão mudando bastante para vocês. Por exemplo, vocês foram para o Japão… Como está indo?

The Wildflowers: Ahhh cara… As coisas estão mudando mesmo: para melhor. O Oskar não está mais na banda e isso é como um passo adiante para nós. Ele sempre foi diferente e tinha muita limitação de escola de música, sobre o jeito certo de tocar ao invés de tocar do coração. A música é um experimento maluco em que nada é errado. Músicas novas estão a caminho e coisas grandes estão acontecendo, mas não podemos falar nada ainda (é GRANDE!).

Rökk on: E vocês também mudaram o nome duas vezes. Por que, exatamente?

The Wildflowers: O nome Snake of Eden veio de uma banda velha de punk que a gente tinha em Hollywood. Oskar e Matty entraram na banda e esse foi o fim da Snake of Eden e o começo de algo maior e melhor, com influências do punk, blues e rock n roll. Mas qual era o nome dessa nova banda? A gente nem tinha um. Depois de pensar bastante sobre isso, o Oskar veio com o nome The Donies, que durou dois shows porque percebemos que o nome não tinha nenhum significado e soava muito gay. Então mudamos para The Wildflowers, um nome que simboliza o nascimento da banda e o nosso estilo de vida, “levados pelo vento”.

Rökk on: Vocês acabaram de lançar uns demos novos, incluindo uma versão foda de “Hollywood blues & rock n roll”, minha preferida. Vocês têm planos para um álbum logo?

The Wildflowers: Esse é o plano!

Rökk on: Outra coisa interessante sobre vocês é que as pessoas se surpreendem quando ouvem a sua música e percebem que é diferente do que esperavam. Então eu queria perguntar… Quais são suas influências?

The Wildflowers: Tudo, desde os anos 50 até hoje. Boa música é boa música, não importa o estilo. Se você tem um gosto musical variado, você se torna um bom músico.

Rökk on: Parece que vocês eram bem ativos na cena de Los Angeles quando estavam lá. O que podem dizer da cena hoje em dia? Vocês acham que está acontecendo um “retorno”?

The Wildflowers: Muita gente fala em “trazer de volta”. O que isso quer dizer? Eles querem que a evolução da música pare? A gente quer é levar adiante. A cena em Hollywood está meio que presa no hair metal dos anos 80, cheia de velhos que não fizeram sucesso nos anos 80 e ainda estão tentando a chance deles, sem perceber que o hair metal já era. Mas, claro, há várias bandas novas muito boas.

Rökk on: E o que vocês acham dessa nova onda de sleaze rock sueco? Bandas tipo Crashdïet, Vains of Jenna…

The Wildflowers: Não é muito a nossa praia. Como eu disse, nós temos que levar a música adiante e essas bandas de sleaze rock não chamam a nossa atenção. Pra mim, bandas de sleaze rock são wannabes de punk rockers que nunca aprenderam a cantar e tocar bem o bastante para montar uma banda punk. E a maioria usa vários tipos de correções no estúdio e, ao vivo, soam como um bando de macacos.

Rökk on: Como anda a busca pelo novo baterista?

The Wildflowers: Alguns bateristas nos contataram, mas a gente quer ter certeza de escolher o baterista certo dessa vez.

Rökk on: E como está indo com o novo guitarrista, Erik?

The Wildflowers: O Erik é um guitarrista muito bom, com raízes no flamenco e no violão clássico e um verdadeiro talento para tocar blues e rock n roll. E socialmente ele também é perfeito, pronto para fazer qualquer coisa pela banda.

Rökk on: Bom, a última pergunta é uma curiosidade: como foi participar do vídeo clipe de Paparazzi, de Lady Gaga?

The Wildflowers: Ha ha, o que você acha?! Ser pago para beijar e zuar? É um sonho se realizando (para ela)!

Rökk on: Obrigada pela atenção. Tem alguma coisa a dizer para os roqueiros no Brasil?

The Wildflowers: Obrigado você pelo apoio. Nós amamos nossos fãs brasileiros e fã clubes e esperamos tocar no Brasil logo. LOVE AND KISSES.

Entrevista exclusiva com: Andy – Crazy Lixx

Posted in Crazy Lixx on April 12, 2010 by attheodoro

O site Rökk on! está de volta depois de um longo período inativo. Aqui está uma pequena entrevista exclusiva realizada durante esse período que não chegou a ser postada: Andy, guitarrista da banda Crazy Lixx, fala um pouco da história da banda e do novo álbum, “New Religion”, lançado dia 19 de março. O álbum já recebeu ótimas resenhas no mundo inteiro e destaques nos maiores sites e revistas de rock. Atualmente, a banda está em turnê na Suécia, seu país de origem.

Rökk on: Para quem ainda não conhece Crazy Lixx, você pode nos falar um pouco da banda?

Andy: Somos uma banda de Hard Rock de Malmö (Suécia), formada em 2002. O primeiro álbum, “Loud Minority”, foi lançado em Novembro de 2007. Logo depois, Vic Zino saiu para se juntar ao Hardcore Superstar e eu entrei na primeira metade de 2008 e agora estamos ansiosos para lançar o “New Religion”. A banda é formada por Danny (vocal), eu (guitarra), Luke (baixo) e Joel (bateria).

Rökk on: Sobre o “New Religion”, o que podemos esperar do novo álbum? Vai ser mais parecido com “Loud Minority” ou vocês estão mudando um pouco a direção?

Andy: Bom, é um pouco diferente do primeiro álbum, claro. É o que queríamos que fosse. Eu acho que este é maior, mais barulhento e melhor, mas o principal é que as músicas estão muito mais fortes. Há várias músicas ótimas em “Loud Minority”, tipo Dr Holywood, Hell or High Water, Heroes are Forever e Want it, mas em “New Religion” todas as músicas são ótimas. A gente escreveu bastante antes de escolher a lista final. Acho que escrevemos mais de 30 músicas e um número ainda maior de idéias para músicas, então foi difícil escolher as melhores. Outra coisa legal é que todo mundo cresceu como músico, principalmente o Danny. Ele cresceu como vocalista e compositor e acho que dá pra perceber isso ouvindo o CD.

Rökk on: Legal… E o que vocês estão esperando desse álbum? Acho que tem bastante gente esperando ansiosos por ele; quais são suas impressões?

Andy: No momento está tudo muito bom, bastante gente e a imprensa falando do álbum. Espero que todos os nossos fãs que gostaram de “Loud Minority” vão gostar deste também, mas eu não sei muito bem o que esperar. Só espero que o álbum nos coloque no caminho certo pro nosso objetivo que é crescer o máximo possível como banda e alcançar cada vez mais gente, claro. A gente gastou bastante tempo e energia com este álbum e realmente acreditamos nele, o que eu acho que é o mais importante: acreditar.

Rökk on: Chris Laney [produtor] citou uma vez vocês como uma das bandas mais promissoras do sleaze sueco. O que acha disso? Vocês se sentem parte dessa cena de sleaze sueco?

Andy: Bom, sim… No começo da banda, em 2002, a Crazy Lixx com certeza teve um papel importante, junto com o Crashdïet, Babylon Bombs e tal, mas eu acho que hoje em dia a gente se destaca da maioria das bandas do estilo, principalmente agora com o “New Religion” que é mais hard rock/arena rock, mas claro que ainda com alguns elementos de sleaze.

Rökk on: Em que lugares vocês já tocaram? Como é o Crazy Lixx na estrada?

Andy: A banda já tocou na Suécia, Itália, Suiça, Alemanha, Dinamarca, Finlândia, Inglaterra, Escócia e nós amamos estar em turnê. Eu guardo um monte de coisas legais e boas lembranças da estrada.

Rökk on: Essa foi sua primeira vez gravando com o Crazy Lixx. Como foi? Você pôde adicionar suas idéias e tal?

Andy: Sim, foi muito bom. Eu e Danny que escrevemos as músicas de “New Religion”. Algumas juntos, algumas separados e gravamos demos para quase todas, então quando entramos no estúdio, nós já tínhamos uma idéia de como queríamos que soasse. O Chris Laney também jogou várias idéias durante o processo de gravação, ele fez várias coisas muito boas. Foi muito bom trabalhar com ele, eu aprendi bastante e estamos muito contentes com o resultado.

Rökk on: Obrigada por responder a essas perguntas. Boa sorte com o “New Religion”, eu tenho certeza de que vai ser demais.

Andy: Valeu!

Tributo a Dave Lepard: Skull Daze e Pretty Wild

Posted in Pretty Wild, Skull Daze on March 1, 2010 by attheodoro

A lista das bandas que gravarão o álbum “Reborn in Sleaze: A Tribute to Dave Lepard”, em homenagem ao falecido vocalista do Crashdïet, está quase completa. A Street Symphonies Records acaba de anunciar mais duas bandas que farão parte do time, Pretty Wild e Skull Daze.

Sixx A.M.: Nikki Sixx comenta avanços do novo álbum

Posted in Sixx A.M. on March 1, 2010 by attheodoro

Nikki Sixx (Mötley Crüe, Sixx A.M.) recentemente, no dia 24 de fevereiro, comentou as gravações do novo álbum do Sixx A.M. Veja aqui a tradução completa:

“Fazer música é como andar numa montanha-russa cheia de altos bem altos e baixos bem baixos. Essa dose de altos e baixos dobra quando estou escrevendo um livro que requer que eu lembre coisas do passado que eu esqueci ou escolhi deixar escondido. Depois, fazer toda essa onda de honestidade emocional passar pelas lentes da fotografia, enquanto junto letra com música, é exaustivo, quase chega a ser espiritual.

As últimas semanas no estúdio com o Sixx A.M. têm sido intensas e cansativas (sem falar que são muito divertidas). A gente terminou mais duas músicas ontem. Uma vai arrancar seu coração e deixá-lo jogado no chão em pedaços… e a outra vai acabar com a sua cara… de qualquer jeito, você está fudido… Eu estou, pelo menos. Eu não vejo esse projeto como mais um álbum de “rock”. É um álbum muito importante pra gente, já que estamos constantemente lutando para fazer algo grande e tentando passar dos limites. É como se fosse, tanto a música como as letras, algo condensado em poções muito potentes que eu acho que estão abertas a interpretações. Quando o projeto todo estiver pronto, eu espero que as pessoas fiquem chocadas com a coisa. Eu acho que estamos indo além do que, como bandas, nós imaginamos.

Quanto à fotografia, eu tenho umas grandes sessões planejadas… Vou falar mais disso depois.

Por último, mas não menos importante, estou amando fazer o Sixx Sense. Espero que vocês estejam se divertindo ouvindo…”

Tributo a Dave Lepard: duas bandas adicionadas

Posted in Bulletrain, Crashdïet, Cyanide 4, Dave Lepard, Johnny Burning, Killer Klown, Peep Show, Sex Slaves on February 19, 2010 by attheodoro

A Street Symphonies Records acaba de anunciar mais duas bandas que farão parte do projeto “Reborn in Sleaze”, tributo ao antigo vocalista do Crashdïet, Dave Lepard (1980-2006). Dez bandas regravarão as dez músicas do álbum “Rest in Sleaze”. Entre as bandas estão Peep Show, Johnny Burning, Sex Slaves e Killer Klown, além das duas recém-adicionadas, Cyanide 4 e Bulletrain.

O álbum será lançado ainda este ano, segundo a gravadora.

Backyard Babies: afinal, pausa ou fim da banda?

Posted in Backyard Babies on February 16, 2010 by attheodoro

Mais ou menos há uma semana eu pude ver o Backyard Babies ao vivo, em Paris. Depois de terem anunciado que fariam uma pausa por tempo indeterminado depois desta turnê, este show tinha um certo clima de “último show”. Mas, afinal, eles estão se separando ou não? Era o que todo mundo se perguntava.

A banda tocou músicas de toda sua carreira, desde “Fill Up This Bad Machine” e “Electric Suzy” do primeiro álbum (Diesel & Power) até músicas do último lançamento (Backyard Babies), como “Abandon” e “Nomadic”, passando por hits de todos os álbuns e a tradicional versão de “Babylon” (cover de Faster Pussycat). Foi um set longo e bem diversificado.

Depois do ótimo show, eu pude fazer a pergunta que todos queriam fazer ao vocalista, Nicke Borg. Na primeira vez, ele olhou com uma cara de dúvida e fez “Ahn… Não sei, viu… Não sei.” Na segunda, ele chegou a falar que tinha alguns planos para depois da turnê.

“Com certeza vai rolar algumas coisas, mas nada que eu possa dizer com certeza agora. Nada com o Backyard Babies.”

Em uma entrevista, Nicke havia dito que queria “retomar tudo de onde eu parei. Idéias, projetos, parceiros de composição e coisas que não têm nada a ver com música. Não tenho nenhum plano específico. Só quero terminar de construir meu estúdio em casa, sair um pouco da estrada e retomar as coisas.

Por muitos anos, a banda foi minha vida. Mas nos últimos anos eu ando sentindo que eu tenho que perceber que é só uma banda. Durante anos, minha vida foi uma banda, mas agora minha vida é minha vida e a banda é o que eu faço. Continua sendo ótimo, mas hoje em dia a minha vida não se resume mais a isso.”

Isso, claro, vai em contradição com o que disse o guitarrista Dregen há algum tempo: “a pausa não vai durar mais que um ano”.

“Nós não conversamos muito sobre isso” – disse Nicke em relação ao guitarrista. “Dregen é músico, ele vai continuar fazendo música.”

Infelizmente, não consegui tirar nada do guitarrista, então ainda fica a questão: eles vão mesmo se separar? Em todo caso, esperamos que não.

// Tete.

Publicado originalmente no Rock Hospital.

Jennyfer Star volta com banda nova

Posted in Jennyfer Star, Starlet Suicide on February 16, 2010 by attheodoro

Jennyfer Star (ex-Starlet Suicide) anunciou que está pronta para anunciar sua nova banda.

Desde setembro de 2009, a roqueira vêm procurando e testando guitarristas, bateristas e baixistas para gravar novos materiais e fazer mais shows.

Segundo seu MySpace, três novas músicas serão gravadas nas próximas semanas e a banda voltará a fazer shows por volta da primavera/verão (hemisfério norte) deste ano.